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Mastim tibetano

Cães

Mastim tibetano

Outros nomes: Bangara Mastiff, Mastim Tibetano, Mastin Tibetano, Dogue tibetano, Tibetan Mastiff, Do-Khyi, Tsang-khyi, Zang Ao

Cão de guarda, companhia

Tamanho
Grande
Altura · Macho
66–75 cm
Altura · Fêmea
61–70 cm
Peso · Macho
62–72 kg
Peso · Fêmea
45–60 kg
Esperança de vida
10–12 anos
Ninhada
3–10 cachorros
FCI
Grupo FCI 2 · 2 · n.º 230
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Características

Atividade

Nível de energia
Brincalhão

Convívio

Afeto com a família
Com outros cães
Com outros animais
Com estranhos

Em casa

Adaptação a apartamento

Cuidados

Facilidade de cuidar do pelo

Treino

Facilidade de treino
Capacidade de aprendizagem
Inteligência

Guarda

Cão de guarda
Cão de alerta

Temperamento

Independente. Protetor. Impõe respeito. Extremamente leal à sua família e ao seu território.

História

O Mastim Tibetano (Do Khyi) é uma antiga raça de trabalho dos pastores nómadas dos Himalaias e um guardião tradicional dos mosteiros tibetanos. Está rodeado de grandes mitos desde a sua primeira descoberta na Antiguidade. Desde a referência de Aristóteles (384-322 a.C.) até aos célebres escritos de Marco Polo, que foi à Ásia em 1271, todos os relatos históricos elogiam a força natural e a imponência do Mastim Tibetano, tanto física como mentalmente. Até o seu latido foi descrito como uma característica única e muito apreciada da raça. Destacados cinólogos europeus do passado, como Martin e Youatt, Megnin, Beckmann, Siber, bem como Strebel e Bylandt, dedicaram-se intensamente ao Mastim Tibetano, fascinados pela sua origem e função na cultura tibetana. Alguns chegaram mesmo a considerar a raça o antepassado de todas as grandes raças de montanha e de mastins. Um dos primeiros Mastins Tibetanos conhecidos a chegar ao Ocidente foi um macho enviado à Rainha Vitória por Lord Hardinge (então Vice-Rei da Índia) em 1847. Mais tarde, na década de 1880, Eduardo VII (então Príncipe de Gales) levou dois cães para Inglaterra. Uma das primeiras ninhadas registadas de Mastins Tibetanos nasceu em 1898 no Jardim Zoológico de Berlim.

Cuidados

O Mastim Tibetano deve fazer sempre exercício regular, mas este deve ser doseado, pois o excesso pode causar problemas nas articulações devido ao seu tamanho. Passeios regulares deverão ser suficientes, mas deve dispor pelo menos de um quintal de tamanho médio.

Quintal vedado, treino firme, escovagem, trela e socialização.

Saúde

O Mastim Tibetano tem muito pouco cheiro a cão, mas muda o subpelo uma vez por ano, o que torna a escovagem uma tarefa trabalhosa. Nesta fase deve ser escovado regularmente. No resto do tempo, uma escovagem semanal deverá ser suficiente.

Treino

O treino deste cão deve ser feito por uma pessoa com muita experiência em treino e deve ser firme, sem ser duro, sem bater no cão; deve ser calmo e equilibrado, para garantir que o dono conquista a confiança e o respeito do cão. Gosta de passeios longos, mas não de outras atividades, tendo um nível de atividade médio

Pelo e higiene

O pelo deste cão precisa de ser escovado regularmente e, durante o período de muda, a escovagem deve ser mais intensa e diária.

Criadores de Mastim tibetano

Todos os criadores →

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Procura mais criadores? Pode pedir ao Clube Português de Canicultura (CPC) a lista de criadores com afixo registado da raça que procura. Antes de decidir, visite o criador, conheça os pais e peça os testes de saúde.

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