PetbyStep

FAQ

Frequently asked questions

Por que é que os cachorros gostam de cheirar o "rabo" uns dos outros?

A primeira coisa que se pode ter certeza é que não é porque cheira bem!
Quando um cachorro investiga a região anal de outro cachorro, ele está a tentar identificar o companheiro. É justamente pelo cheiro que os cachorros conseguem passar e receber informações importantíssimas, como posição hierárquica, medo, auto-confiança e ansiedade, entre outras. Primeiro tem a glândula anal, que como o próprio nome indica, fica bem "lá". Quando os cães tem a confiança lá no alto, eles fazem questão de informar isso aos outros cães, comprimindo a glândula anal e liberando um cheiro intenso para os narizes apurados de nossos amigos de 4 patas. O cão confiante abana o rabo bem esticadinho para cima e vigorosamente de forma a não deixar dúvidas para o outro cão. Já os tímidos e inseguros tentam cobrir o cheiro, enfiando os rabinhos no meio das pernas e mantendo-os o mais junto possível do corpo. Também é cheirando "lá" que os cães ficam a saber do que o companheiro tem se alimentado ultimamente e, quanto mais o odor for rico em proteína animal (carne), maior o significado de que o cachorro que está a ser cheirado é dominante. Um cão bem alimentado, que come a parte mais nobre da "caça", é um cão forte e poderoso e portanto deve ser respeitado. É claro que pode ser apenas um "luluzinho" medroso, que recebe carninha fresquinha todos os dias, directamente da mesa do dono (não tem nada de valente), mas isso os outros "totós" não sabem. :)

Por que é que os cachorros abanam o rabo?

É muito comum ouvir dizer que se um cachorro está a abanar o rabo não há nada com o que se preocupar porque ele está feliz e amigável. Bem, isso nem sempre é verdade.
OS cachorros abanam o rabo porque estão em conflito. Eles querem ficar e sair de perto ao mesmo tempo. Eles estão felizes e nervosos ou apreensivos. Estão curiosos e com medo.
Para podermos entender como isso ocorre, vamos ver alguns exemplos observados no encontro de cachorros com cachorros e de cachorros com humanos.
Quando os filhos estão a mamar na mãe e começam a abanar o rabo como loucos, o conflito de sentimentos reside no facto de que eles quererem (e precisam) ficar "colados" a teta da mãe e ao mesmo tempo estão muito próximos dos irmãos, que sendo "competidores" no acesso ao alimento lhes causa medo.

Fome x Medo = Rabo Abanando.

Quando um cachorro avista outro cachorro e fica excitado, ele começa a abanar o rabo. O conflito está na curiosidade em investigar o outro e a apreensão por uma possível agressividade. Reparem que quando um cachorro é mais submisso, seu abanar de rabo será feito com movimentos largos e o rabo em si não estará totalmente em pé. Quanto maior o medo do cachorro, mais baixo ele manterá seu rabo. Ao contrário, cachorros agressivos e dominantes abanam seus rabos em movimentos curtos e rápidos, quase parados e totalmente erectos.

Quando um cachorro abana o rabo pela volta de seu dono ao lar, novamente ele demonstra um conflito entre a alegria e excitamento em rever o dono e uma pontinha de apreensão já que eles nos vêm como os líderes do grupo, do qual a sobrevivência deles depende.
Outro aspecto no facto dos cachorros abanarem o rabo é a mensagem olfativa que eles estão enviando. Os cachorros possuem glândulas anais que são capazes de emanar odores muitas vezes imperceptíveis aos nossos narizes, mas sem dúvida nenhuma bastante significante para os cachorros e seus mecanismos de comunicação. Um abanar de rabo na posição erecta irá aumentar de forma dramática a liberação destes odores, exatamente como fazem os cachorros que são confiantes

Por que é que os cachorros se esfregam em porcarias em coisas malcheirosas?

Quem já não passou por isso, ou não conhece alguém que já passou? Você acaba de dar um banho no seu cão e leva-o a dar um passeio. Um minuto de distracção e o seu cão está a rolar sobre a carcaça de um animal morto a meses, ou no chão sujo de lixo, ou coisa ainda pior!
Embora isso possa ocorrer com todas as raças, parece que cachorros que foram originalmente desenvolvidos para caçar tem especial atracção por este tipo de evento fedorento.
Com base em observações de vários grupos de cães, chega-se a conclusão de que o que eles pretendem é capturar o cheiro no qual eles se estão a rolar (e não o de deixar o cheiro deles no objecto fedorento) e assim cobrir o seu próprio odor o que ajudaria como disfarce no eventual encontro com uma presa.
Uma outra interpretação é de que ao capturar o odor de seu "precioso" achado, o cão retorna ao seu grupo que passa a cheirá-lo com extremo interesse e entusiasmo. Ele estaria assim a transmitir informações de uma possível presa para o grupo e convidando-os para uma caçada

Por que é que um cachorro deita-se de barriga para cima?

Um grande sinal de submissão de um cachorro é quando ele oferece o pescoço para você morder quando você está deitada. Este comportamento ocorre quando o cachorro o vê como o Super Lider da Matilha! É isso aí: ele está brincando consigo como os filhotinhos brincam com a mãe cadela, e como, mais tarde, os membros mais submissos agradam o líder supremo que chega da caçada.
É um joguinho bem submisso e respeitoso, e eles gostam de brincar assim. Significa que se o Líder for gentil e brincar de morder bem devagarzinho, o cãozinho subalterno está sendo bem aceito pelo líder, de tal forma que este até concede um tempinho para brincar com ele.
Esta atitude é muito comum entre os lobos, e uma outra variação é lamber a boca do líder e dar o focinho para ele morder.

Atenção tente esta brincadeira (morder em cima do focinho do seu cão) se ele for muito dominante. Um cachorro dominante não vai admitir este tipo de intimidação e vai rosnar para você e, se você tiver que recuar, vai ser um desastre para a relação de vocês, pois ele vai aprender a ameaça-lo.

É verdade que cada ano de vida de um cachorro é igual a 7 anos dos humanos?

Não, na verdade a relação entre a idade dos nossos amigos peludos e seus donos não é linear. Por exemplo: uma cachorrinha de um ano de idade já pode ter filhotes, mas uma criança de 7 anos ainda não está pronta para ser mãe.
Existem pequenas variações nas tabelas que definem a correlação de idades entre os cães e humanos, mas, basicamente, você pode considerar que:

Cães Humanos
2 meses 14 meses  
6 meses 5 anos   
8 meses 9 anos 
12 meses 14 anos  
18 meses 20 anos
2 anos 24 anos
3 anos 28 anos 
4 anos 32 anos  
5 anos 36 anos
6 anos 40 anos
7 anos 44 anos 
8 anos 48 anos
9 anos 52 anos
10 anos 56 anos
11 anos 60 anos
12 anos 64 anos
13 anos 68 anos
14 anos 72 anos
15 anos 76 anos
16 anos 80 anos
17 anos 84 anos
18 anos 88 anos
   
Será que se eu treinar meu cachorro ele vai tornar-se um "escravo"?

Algumas pessoas pensam que os cachorros treinados são como robôs, que não possuem vontade própria, não brincam, não são divertidos, e não têm personalidade. Isso pode ser uma verdade, ou não. Tudo depende do dono e do treinador!
Nós acreditamos, e nossa experiência nos comprova, que cachorros treinados devem ser amigos, felizes e cheios de personalidade. O objetivo de se treinar um cão não é torná-lo subserviente, apático, ou medroso. Pelo contrário, nós queremos ensinar às pessoas a abrir uma linha de comunicação com seu cachorro e transformar a linguagem humana em comandos compreendidos pelo cão. Tudo isso pode ser feito de uma maneira bem divertida e usado para melhorar a convivência entre donos e cachorros...
Claro que isso depende do que o dono espera do seu cachorro, do método de treino e do treinador. Se o dono estiver a par das características genéticas da raça do seu cachorro, das limitações de aprendizagem do cão e de como ele pode usar os comandos em situações comuns do dia a dia, esta dupla (dono e cão) vai ter 100% de sucesso e diversão.

Toda a agressividade dos cães é igual?

Enquanto o resultado final pode ser o mesmo (uma tremenda mordida em quem se atrever a estar por perto), a agressividade em cachorros tem origens bastante diferentes. Na verdade a agressão nem sempre é demonstrada na forma de mordida. O cachorro pode demonstrar um comportamento agressivo através da postura do corpo, rosnados e latidos entre outros. Além disso, a agressão pode ser ofensiva ou defensiva.
Embora nós humanos tenhamos o costume de classificar o comportamento agressivo dos cães como simples e pura maldade, a agressão em sí não está relacionada com nenhum sentimento de raiva nestes animais. Cães mordem, atacam, ou ameaçam outros seres para defender seu território, sua posição hierárquica, sua comida, para garantir suas chances de cruzar com uma fêmea e perpetuar a espécie, por medo, para proteger as suas crias ou para caçar. A escolha cuidadosa do filhote, a socialização, e o treino de obediência básica são as melhores ferramentas para se evitar este tipo de problema. A forma mais comum de agressão de cães domésticos contra seus donos é justamente por dominância. Dominância, que na maioria das vezes, é desenvolvida sorrateiramente, sem que os donos percebam os erros que estão a cometer e os riscos que estão a correr. Para entendermos melhor os principais tipos de agressão em cachorros vamos dar alguns exemplos práticos.

Agressão por Dominância
Os cachorros são animais sociais e nenhum deles espera igualdade. Para o cão o importante é saber qual é a posição hierárquica de cada um da família em relação aos outros, e a própria posição dele. Se perceber que ninguém exerce a liderança do grupo, ou exerce sem firmeza e consistência, ele terá o maior prazer em ocupar esta posição. Se, ao contrário, ele entender desde cedo que todos os membros da família humana dele são mais importantes hierarquicamente que ele, o nosso amigo peludo ficará mais do que feliz.
A liderança da matilha não é trabalho fácil para um cachorro. Sendo o líder, o cão não pode descansar um minuto. Ele será o responsável pela guarda e protecção de todos os membros do grupo. Será responsável por vigiar o território e, o mais importante, será responsável por manter todos os membros do grupo (você e a sua família) nos seus devidos lugares. Ele não irá aceitar desafios e insubordinação (tais como acordá-lo da sonequinha, tirá-lo, ou simplesmmente sugerir, que ele saia de onde estiver, chegar perto da pessoa preferida dele, passar perto da comida ou da cama dele mesmo que ele não esteja lá, ou simplesmente ficar de pé ao lado dele e encará-lo nos olhos) sem que haja consequências. Algumas vezes Graves Consequências!!!
A maioria dos casos de agressão por dominância ocorre em machos, e aparece pela primeira vez entre dois e dois anos e meio de idade. Algumas raças e alguns cachorros possuem a predisposição genética para a dominância. São aqueles que, desde muito pequenininhos, resolvem deitar os dentinhos de fora. Se corrigidos a tempo e propriamente, estes cachorros desistem de ser o líder, mas vez por outra podem tentar medir forças novamente com você.
Agressão por dominância é coisa séria e deve ser tratada o mais cedo possível. Treino de obediência básica costuma prevenir este tipo de problema, já que cachorro e dono estarão a comunicar e reforçando a liderança do dono. Uma vez que o problema já exista, o melhor é procurar ajuda profissional para fazer o seu cachorro desistir da posição de líder e aprender a apreciar a vida mansa de um membro inferior na hierarquia do grupo.

Agressão por Possessividade e Competitividade
Este é o tipo de agressividade mais comum entre cachorros do mesmo sexo e mesmo tamanho físco, que moram na mesma casa. Também é, normalmente, o tipo que ocorre nos cachorros com relação às crianças da família. Diferente da agressão por dominância, este é tipicamente um assunto entre "irmãos".
O mesmo cuidado deve ser tomado em relação a cachorros e crianças, especialmente quando moram na mesma casa. Para os cães as crianças são como irmãos, com quem precisam disputar uma posição. É muito importante que os adultos reforcem a posição das crianças como superiores (crianças são SEMPRE superiores) e nunca deixem sem supervisão crianças abaixo de 6 anos de idade junto de cachorros. Vale lembrar também, que é muito importante as crianças aprenderem desde cedo como tratar um cachorro com gentileza e respeito.

Agressão por Medo
Ao contrário da agressão por dominância, o cachorro morde e ataca por medo e submissão excessiva. É um tipo de agressão comum em cachorros que foram pouco socializados quando pequenos e que estranham tudo o que é novo. Também acontece com frequência em cachorros que são maltratados ou que sofreram algum tipo de trauma.
Mais uma vez o melhor é prevenir expondo seu filhote a diferentes ambientes, pessoas, sons, equipamentos, e sempre tornar essas experiências prazeirosas. Quando o cachorro já apresenta sinais de agressividade por medo, o melhor é procurar um profissional para identificar a fonte, ou fontes exactas do medo e estabelecer um cuidadoso programa de dessensibilização, caso contrário o problema pode tornar-se ainda pior.

Nunca conforte um cachorro com medo. Além de você estar a arriscar a levar uma mordida, vai estar a recompensar o medo e, portanto, a incentivar o cachorro a portar-se desta maneira.

Agressão por Protecção Territorial ou Maternal
A agressão territorial é geralmente apreciada pelos donos e muitas vezes estimulada. Embora seja uma ferramenta valiosa para a guarda de nossas residências e propriedades, a agressão territorial pode estar associada com dominância ou medo e pode se tornar um perigo se estiver fora de controle.
Já que a maioria das pessoas que possuem cachorros desejam algum tipo de proteção, é aconselhavel que se faça um curso de treino básico de obediência para que se possa ter controle da situação e ensinar ao cachorro a manter-se calmo quando os donos estão em casa, por exemplo.
Por incrível que pareça, a agressão por protecção maternal é mais comum em fêmeas que não possuem filhotes do que nas que acabaram de parir. Este tipo de agressão está relacionada com um hormônio que precede o cio, chamado progesterona. Sua produção se estende por dois meses na cadelas que não foram fecundadas e, para as que tiveram filhotes, por mais dois meses após o parto. Algumas fêmeas chegam a apresentar todos os sinais de uma falsa gravidez e tomam certos objetos como se fossem seus filhotes, defendendo-os como loucas. Felizmente este tipo de agressividade é passageiro!

Agressão entre Machos
Este tipo específico de agressão é muito raro ocorrer entre fêmeas. A sua origem parece estar ligada à necessidade de se eliminar a concorrência e assim garantir a propagação das características genéticas do indivíduo. São os típicos machões. Este é praticamente o único caso em que a castração parece resolver o problema.

Agressão Predatória
Esse tipo de agressão é raro em cães domésticos e é dirigida contra outras espécies, tais como gatos, ovelhas, coelhos, etc. Muito raramente a agressão predatória vai ocorrer se o cachorro for socializado com o outro animal. Assim, dificilmente um cachorro que foi criado com um gatinho tentará matá-lo. Inclusive, este é o grande problema deste tipo de agressão. Ela significa MATAR. Algumas raças de caça são desenvolvidas com um alto grau de agressão predatória.

Agressão por Aprendizado
Este é o caso de cachorros que são treinados para serem agressivos. Quando treinados propriamente e humanamente, estes cachorros são exemplares. Tais como cães da polícia, eles podem ser afagados por crianças e andar no meio de uma multidão sem demonstrar o menor sinal de nervosismo, mas no segundo seguinte, sob comando, são capazes de atacar e imobilizar um ladrão com a precisão de uma arma de fogo. Treinar cachorros para ataque sem que todos os aspectos de socialização, genética, e controle sejam observados é pior do que fazer uma roleta-russa. Nem todo cachorro tem o perfil necessário para ser treinado para ataque. Tanto o cão quanto o dono têm que ser equilibrados, tranquilos, sociais, inteligentes e controlados. Infelizmente nem todos têm essas características e os cachorros são abusados, maltratados e surrados para se tornarem mais agressivos. O resultado é o que a gente vê nos jornais/documentários, uma vez por outra, de cães que atacam o próprio dono, crianças ou pessoas que estão a passar pela rua, algumas vezes resultando em morte. Ou então cachorros que são estimulados pelos donos para atacar outros cachorros ou participar de rinhas.

Agressão por Causa Desconhecida
Ainda que raros, existem casos em que cachorros voltam-se contra os donos ou pessoas que eles conhecem, sem que haja nenhum motivo aparente. Quase que de uma hora para outra, estes bichinhos, sempre calmos, educados e obedientes, tornam-se perigosíssimos, rosnando, mordendo ou tentando atacar qualquer um que esteja por perto, para, no minuto seguinte, voltar ao normal.
São casos que não estão relacionados com dominância, medo, protecção, doenças ou nenhuma outra causa conhecida. A origem deste tipo de agressão parece estar profundamente ligado a genética. Algumas raças já foram diagnosticadas com esse problema que é conhecida como "Sindrome da Avalance de Ódio". É o caso de Cães do Pirineu, do Bernese, São Bernardos, Rottweilers, Dobemans, Pastores Alemães e mais frequentemente em Cockers Spaniels Ingleses de cor loira. Isso não quer dizer que todos os cães destas raças tenham problemas. Muito pelo contrário, estes são casos raros. No entanto, deve-se ter muito cuidado e procurar saber como é o temperamento dos pais antes de comprar um filhotinho de qualquer raça.
Não existe uma cura para este tipo de agressividade. Nos casos em que os ataques são frequentes e representam perigo para as pessoas, a única solução humana é a eutanasia. Manter o cachorro preso, isolado, ou acorrentado o tempo todo é muito mais cruel.

Porque é que alguns cachorros são tão difíceis de se controlar?

Enquanto a maioria dos cachorros proporcionam uma convivência pacifica e prazeirosa, não é raro encontrar cachorros rabugentos. Eles mordem as visitas sem nenhuma provocação, fazem xixi pela casa toda, recusam-se a obedecer a ordens, rosnam quando se mexe na comida deles ou nos seus brinquedos, e é praticamente impossível retirá-los da cama ou retirar alguma coisa de suas bocas sem correr o risco de levar uma bela mordida.
São eles que levam os donos para passear, determinando o horário, quando andar, quando parar e que direcção seguir. Negam-se a comer a ração comprada com tanto carinho e exigem as gostosuras da sua mesa.

Como foi que eu arranjei este monstro?

Infelizmente a resposta está embutida na pergunta. Foi o próprio dono que criou o monstro!
Primeiro é preciso entender que cachorros são animais sociais que vivem em grupo e que necessitam de um líder. Ao fazer todo o tipo de concessões, os donos estão a transferir a liderança do grupo (no caso a família humana) para o cão.
A esmagadora maioria dos cachorros ficam absolutamente confortáveis em aceitar a liderança de um humano, mas está igualmente satisfeito em assumir esta responsabilidade, caso lhe pareça que o cargo está vago.
Cães que vencem um confronto após o outro, eventualmente chegam à conclusão de que eles são os verdadeiros seres dominantes e portanto o mais qualificado para a liderança da casa. O problema é quem sempre estes confrontos são disputas físicas. Muitas vezes bastam desobediências na hora em que os donos querem alguma coisa e os cachorros insistem em outra, por exemplo sair do sofá ou dormir na cama.
Quando o cão está finalmente convencido de que ele é o chefe, ele passa a fazer xixi pela casa para marcar o território dele, ataca estranhos para defender os membros de seu grupo, e principalmente não vai aceitar nenhum desafio de sua autoridade por parte de sua família humana. Em alguns casos, esta dominância cria tantos problemas que eles passam a ameaçar seus donos e tornam a convivência próxima do impossível. Nestes casos só um treinador profissional é capaz de recolocar o cachorro numa posição subordinada dentro da família através de disciplina e obediência, com o cuidado de não "quebrar" o espírito naturalmente alegre dos cães.

O que é que o cão comeu que o deixou doente?

Quando pensamos o que pode deixar nossos queridos bichos doentes, vem logo às nossas cabeças os produtos de limpeza, remédios e inseticidas. No entanto, coisas aparentemente inofensivas também podem deixar os nossos amigos peludos com o estômago a doer.
Ao contrário do que nós humanos pensamos, os cachorros não precisam e não devem ter grandes variações em sua dieta. Para cada tipo de comida que um cão ingere, ele desenvolve no estômago uma bactéria específica para digerir este alimento. Se trocarmos o menu do cão todos os dias, ele terá que desenvolver uma nova bactéria sete dias por semana. O organismo dele não tem tempo suficiente para se ajustar a tantas mudanças e as consequências mais aparentes são diarréia, prisão de ventre e até perda de peso.
O ideal é alimentar o seu cão com uma ração bem balanceada e de boa qualidade, reservando os petiscos para ocasiões muito especiais e oferecê-los com reservas. Hoje já existem no mercado várias rações industrializadas de óptima qualidade. Além disso já podemos contar com uma grande especialização destas rações, como por exemplo, rações para filhotes, para cães adultos, para cães obesos, para cães muito activos ou pouco activos, para cães que participam de competições e por aí.... O veterinário do seu cachorro é a pessoa mais indicada para aconselhar na compra da ração mais apropriada e temos certeza de que ele terá o maior prazer em lhe ajudar.

Uma dica para ajudar seu cão a ajustar-se à nova ração é ir misturando muito gradativamente a ração antiga com a ração nova. Comece por colocar mais da ração antiga do que da nova e vá invertendo as proporções até que no final esteja a colocar só a ração nova. A maioria dos cães ajusta-se sem problemas se este procedimento for utilizado por 5 dias.
Observe seu cão para ver se ele perde ou ganha peso. Na maioria das vezes você vai poder oferecer porções menores de uma ração de boa qualidade relativamente ao que era preciso com uma alimentação desbalanceada ou de baixa qualidade, para fornecer os mesmos níveis de nutrientes e energia que seu cachorro necessita para ser saudável, esperto e se manter em grande forma.

ATENÇÃO-PERIGO:
Chocolate pode ser fatal para nossos amigos caninos!
Pouca gente sabe que existe uma substância no chocolate que é tóxica para os cachorros e pode ser fatal. É verdade que existe uma relação entre a quantidade consumida e o peso do cachorro, mas tal como as pessoas, existem cachorros mais sensíveis do que outros. O melhor é não arriscar. É importante não esquecer de avisar às crianças sobre isso, pois normalmente elas adoram dividir as guloseimas com os cães. Cuidado também com o excesso de biscoitinhos, pães, bolos, doces, ou mesmo de comida. A obesidade é um grande risco para a saúde do seu cachorro. Problemas de coração, coluna, juntas e diabetes são algumas das doenças que podem se desenvolver se o seu companheiro estiver muito gordinho! E para completar, fique de olho no estado dos brinquedos do seu bichinho. Verifique se não existem botões, apitos, ou pequenas partes que podem se soltar e sufocar ou ser engolido pelo cão. Verifique se os bichos de pelúche não possuem furos que possam estar vazando o enchimento e, principalmente, cuidado com ossos de couro Tire de seu cachorro qualquer pedaço que possa ser colocado inteiro na boca. Se ele tentar engolir um naco muito grande pode acabar por se engasgar e sufocar.

Por que é que brincar ao "cabo-de-guerra" com cachorro é perigoso?

Quem já não se deliciou a brincar com seu cachorro, ou mesmo com o de um amigo, de "cabo-de-guerra"? Aquela brincadeira que você pega do lado de um brinquedo (pode ser uma toalha), o cachorro do outro e fica aquele puxa-puxa sem fim. E quem já não se viu de paciência cheia, quando depois de duas horas initerruptas, quer parar a brincadeira e o cão não? E quando o "cabo" não é o brinquedo ou a toalha e sim as suas calças novas por exemplo? Se você pensa que estes são os maiores perigos, pense de novo!
Enquanto esta pode ser uma brincadeira muito divertida para unir ainda mais você e seu cachorro, nela se escondem posturas corporais e desafios com significados bastante específicos para os cães e que podem resultar em problemas.
A princípio o "puxa-puxa" repete o ritual das caçadas, quando os cachorros finalmente alcançam a presa e passam a destroçá-la, arrancando pedaços e conseguindo comida para todo o grupo. Até aí tudo bem, esta é a parte engraçada da festa (não sei se você ainda acha isso, agora que deu conta de que já "destroçou" uma porção de "caças" com seu parceiro)!  Mas existem uns pequenos detalhes que se não forem observados, poderão danificar a sua imagem de líder da matilha e comprometer o respeito que seu cão tem de você.

Você sabia?.......
Que só o líder inicia uma caçada? Os membros da matilha podem até sugerir e sinalizar que a presa está perto e pronta para ser atacada, mas só o líder dá autorização para que se inicie o ataque. Isso quer dizer que se seu cachorro começar a determinar que ele quer brincar agora, já, trazendo aquele bicho morto para o seus pés e começar a esfregar em você como quem diz "Como é que é? Estás a demorar muito para fazer o que eu quero!" você pode estar a criar um monstro!!!! Nestes casos o melhor é você ignorá-lo , se não quiser brincar agora, ou pedir para ele fazer alguma coisa pára você primeiro. Um simples "senta", "deita", ou "dá a pata" já está bom.

Que o líder, é portanto o mais forte, deve ficar com o maior pedaço? Na maioria das vezes o brinquedo que vocês estão a usar não irá dividir-se em pedaços Quando for este o caso, prepare-se para ficar com o maior naco e segure a maior parte do objecto na sua mão. Assim você aumenta as chances de ficar com tudo se a "caça" escapar da boca do seu cão. Ponto para você. :)
Que o líder não admite nenhum tipo de desafio à sua autoridade? Você vai notar que quando seu cachorro está a tentar matar o bicho ele vai balançar furiosamente a cabeça, puxar, sacudir e o que mais ele puder fazer. Ao mesmo tempo ele vai rosnar, mas este é um rosnado diferente! Seu cão não está (nem deve) a rosnar para você e sim para a presa. Não é um rosnado ameaçador. Soa muito mais com um som alegre, cheio de excitamento e satisfação. Este é o rosnado amigo e saudável. É este que você quer e pode permitir. Qualquer sinal de ameaça a você, rosnados ou mordidas na sua mão (mesmo quando parece que ele está a tentar só agarrar melhor o brinquedo), pare imediatamente a brincadeira. Diga "NÃO" num tom de voz bem forte, retire o brinquedo e guarde pelo resto do dia. Para que a sobrevivência do grupo seja garantida, é inconcebível que seus membros se magoem durante uma caçada, principalmente se este alguém for o líder (você)!
É o líder que determina quando termina a brincadeira? Cabe a você determinar o fim da brincadeira. Não espere até estar exausto e sem forças para o seu cachorro arrancar a presa bem debaixo do seu nariz. Se você ainda não viu, vai ficar surpreso em ver como eles (os cães) podem ficar horas e horas a fio neste puxa-puxa..
É o líder que sempre vence? Claro, senão como é que ele seria o líder?!!! Ok, ok, você pode deixar o seu cachorro levar uma ou duas vezes o premio para casa, só para deixar as coisas mais interessantes, mas cuidado! Cada round ganho é mais poder para seu cão!
NUNCA, ABSOLUTAMENTE  NUNCA, brinque ou permita que brinquem de cabo-de-guerra com o seu cachorro se você tem problemas de agressividade com ele, ou se ele for muito bravo! Tal e qual uma criança, é necessário ensinar primeiro as regras da brincadeira para não dar confusão. E, para evitar que qualquer dia destes sejam as suas calças , use somente os brinquedos reservados para este fim. Agora vocês já estão prontos para o ataque. Boa caçada! :)

Os 10 mais inteligentes!

1 - BORDER COLLIE
2 - POODLE
3 - PASTOR ALEMÃO
4 - GOLDEN RETRIEVER
5 - DOBERMANN
6 - PASTOR DE SHETLAND
7 - RETRIEVER DO LABRADOR
8 - PAPILLON
9 - ROTTWEILER
10 – AUSTRALIAN CATTLE DOG

A visão canina

Existem pessoas que afirmam que a visão canina é inferior à nossa. Essa afirmação carece de fundamento, dependendo de como analisarmos.

Os cães vêem com menos detalhes e em menor número de cores que os humanos. Segundo pesquisas realizadas, os cães vêem em nuances de cinza, azul, e amarelo, e não conseguem diferenciar o vermelho, do verde, e do alaranjado. Assim dê preferência aos brinquedos de cor azul, pois facilitará a sua visualização.

Por outro lado, a visão canina é menos prejudicada com a falta de luz que a dos humanos. Assim, os cães vêem e detectam movimentos no escuro mais facilmente que os humanos

A audição dos cães

A audição dos cães é muito superior à dos humanos. Conseguem detectar um som 4 (quatro) vezes mais longe que o homem. E, além disso necessita de 6 centésimos de segundo para perceber a origem daquele som.
Como se isso não bastasse, a faixa de frequência auditiva dos cães é mais ampla que a dos humanos. Isso quer dizer que o cão escuta sons mais graves e também mais agudos do que nós podemos escutar.
A faixa de frequência sonora dos humanos vai de  16 hz até 22 khz, ao passo que a dos caninos vai de 10 hz até 40 khz.

O olfacto

Sem dúvida nenhuma, o olfato, também chamado de faro, é o sentido mais desenvolvido nos cães. Os cães conseguem sentir cheiros que nem ao menos conseguimos identificar, e ainda seguir rastros de cheiro de pessoas que passaram a vários dias.
As responsáveis por isso são 200 milhões de células receptoras de odores, contra nossas 5 milhões. São 40 vezes mais eficientes em sentir cheiros do que nós.
Devido a essa capacidade os cães são utilizados explorando-se essas qualidades, desde a caça de aves rasteiras, até o combate ao tráfico de drogas, quando são utilizados para farejar bagagens  em  aeroportos e estações de embarque.

Por que é que meu cachorro come fezes. É normal?

O nome científico que se dá para o acto de comer as fezes (as próprias ou de outros animais) é COPROFAGIA.

Embora o acto de comer as próprias fezes, ou de outros animais, nos pareça totalmente nojento, para os cães esta não é uma atitude "escandalosa".
O acto de comer fezes deve ser tratado, mas não fique a pensar que o seu cachorro é nojento ou anormal por causa disso.
Um exemplo de situação natural onde o cão, ou melhor, a cadela come fezes é quando ela está com as crias recém nascidas. Uma boa cadela nunca vai deixar que as suas crias fiquem num lugar sujo de fezes e urina. Como consequência ela vai lamber as crias após cada mamada, não só para estimulá-los a fazer o xixi e cócó (cachorros muito novinhos precisam de estímulos, na forma de massagens, para poder fazer xixi e cócó), como também para limpar a sujidade e deixar o "ninho" o mais limpo possível, evitando que o local fique contaminado.

Assim que as crias estiverem mais crescidinhos a cadela usará de outros meios para ensiná-los a defecar longe da área aonde eles dormem e são alimentados. Ela passará a levantar-se do ninho algum minutos antes deles estarem totalmente saciados. A procura das tetas gostosas da mãe as crias irão acompanhá-la para fora do ninho e acabarão por fazer as suas fezes (o que normalmente ocorre logo após o fim da mamada) do lado de fora, e não na caminha.

Já nesta época não se espera mais que a mãe, nem as crias procurem fezes para comer. Se isso estiver a acontecer é preciso, antes de mais nada, levar a cria ou o cachorro adulto a um veterinário para afastar qualquer possibilidade de problema nutricional.

A coprofagia em crias mais velhos e em cachorros adultos pode estar relacionada com problemas que interferem na absorção normal dos alimentos. Peça para o seu veterinário ver todas as possibilidades, como verminose, pancreatite, deficiência de enzimas digestivas, ou outros problemas no aparelho digestivo.

Um outro factor é alimentar. Uma dieta inadequada, pobre em fibras e/ou proteínas pode fazer com que o seu cão vá buscar estas substâncias nas fezes de um outro animal. Estudos também apontam que cachorros alimentados uma única vez no dia tendem a comer as próprias fezes, mais do que os cães alimentados duas ou mais vezes por dia. A explicação de tal relação está no facto de que alguns cachorros possuem uma dificuldade maior de absorver os nutrientes se eles forem oferecidos em uma única grande porção de alimento. Os nutrientes, nestes casos, acabam por passar directamente para as fezes do animal que, mais tarde, sentindo-se mal nutrido, acaba voltando nas próprias fezes para se alimentar.

É o que parece ocorrer também quando mais de um cachorro é alimentado ao mesmo tempo, muitas vezes no mesmo prato, e um cão é muito mais dominante do que o outro. O cachorro mais dominante pode até mesmo "impedir" que o cachorro mais submisso se alimente com um simples olhar. O cachorro mais submisso só irá aproximar-se do prato quando o cão mais dominante permitir e estiver totalmente saciado. Desta situação duas coisas podem acontecer:

  • O cachorro mais dominante come muito mais do que aguenta para não deixar que o mais submisso se alimente direito (competitividade) e acaba tento o mesmo problema que o caso descrito acima, ou seja, não consegue absorver todos os nutrientes da ração, ou;
  • O cachorro mais submisso passa fome e tem que recorrer as fezes do cão mais dominante para se alimentar.


Existe ainda a possibilidade de que seu cão esteja  a "recolher" as vezes para não ser punido por ter feito a sujeira no lugar errado (ou lugar certo, mas ele não quer correr o risco assim mesmo).

É bastante comum que cachorros que foram punidos com frequência, e ainda muito cedo, apresentem este tipo de comportamento. O grau necessário de severidade da punição para causar tal reação vai depender da sensibilidade individual de cada cachorro. Ou seja, nem sempre é preciso que o cachorro seja "espancado" a cada acidente para que ele passe a comer as próprias fezes.

Maus hábitos de higiene também têm sua contribuição. Crias que ficam presas em locais sujos podem desenvolver a habilidade de limpar a área por conta própria. Falta de atenção dos donos, tédio, solidão, medo e stress emocional também podem deflagrar este comportamento impróprio.

Se o seu cachorro já está a comer fezes, ou para prevenir que este problema venha a acontecer, aqui vão algumas sugestões:

  • Alimente a cria, ou cão adulto pelo menos duas vezes por dia (crias até 6 meses vão precisar ser alimentadas pelo menos 3 vezes por dia) e com uma ração de boa qualidade. Se você possuí mais de um cachorro na casa, alimente-os em pratos separados e certifique-se que todos estão a ter oportunidade de comer direito.
  • Procure manter o jornal da sua cria sempre bem limpo e, de preferência, não deixe a cria ver você  a limpar as fezes. Não queremos que a cria muito inteligente resolva imitar o seu comportamento.
  • Não repreenda a sua cria se ela já tiver feito o cócó ou xixi no lugar errado. Simplesmente limpe e espere uma oportunidade para apanha-lo no acto. Se você começar a ver movimentos circulares em cima do seu tapete persa pegue na cria ao colo e leve-a imediatamente para o local permitido. Se ela já estiver no meio do xixi, ou do cócó, não espere ele acabar. Interrompa-o com um sonoro "AÍ NÃO", pegue a cria no colo e leve-a imediatamente para o jornal. Chegando no jornal NÃO repreenda a cria, pelo contrário faça a maior festa do mundo e se fizer xixi ou cócó cair no jornal faça-o sentir o mais amado dos bichos.


Observe sempre que o seu cachorro for fazer necessidades ao jornal e crie uma rotina para distraí-lo assim que ele fizer o cócó. Assim que ele acabar chame-o para um local longe da área com o jornal e dê-lhe um biscoito para distraí-lo. Enquanto ele fica distraído a comer o biscoito limpe o jornal rapidamente, sem deixar que o cachorro veja.

Leve o seu cachorro para um "check-up" e se for preciso faça um exame de fezes, conforme orientação do seu veterinário. Mantenha seu cachorro livre de vermes. Ligue antes para receber orientações de como colectar as fezes e como armazená-las de forma correcta para que o exame seja o mais preciso possível.

Se o seu veterinário prescrever um remédio de vermes lembre-se que é muito importante seguir a risca as orientações dadas por ele. Administre o remédio na dose correcta e nos dias exactos para não perder o ciclo dos parasitas.

Você pode também perguntar ao seu veterinário se ele recomenda algum tipo de "aditivo" para colocar na comida do seu cachorro e tornar as fezes desagradáveis. Existem produtos importados para este fim e também algumas alternativas "caseiras" mas NUNCA faça nada sem consultar o seu veterinário primeiro.

Reserve uma parte do dia para dar atenção e exercitar especialmente o cachorro.

Cães no Guinness

Os maiores
A raça mais pesada de cão-doméstico ( Canis familiaris ) é o São Bernardo.O exemplar mais pesado registado foi o " Benedictine Schwarzwald Holf ", propriedade de Thomas e Ann Irwin, de Grandes Rápidos, Michigão, EUA. Nacido a 17 de Dezembro de 1970 , pesava 138,34 Kg em Maio de 1978 ( altura às espaldas 99 cm ). Desde então ainda não houve registos de nenhum cão com este peso.

O mais alto
As raças mais altas de cães são os Grand Danois e os Galgos Irlandeses, podendo ambos ultrapassar 99 cm até às espaldas. No caso do Grand Danois, o record máximo foi registado pelo " Shamgret Danzas " , propriedade da Srª. G. Comley, de Milton Keynes, Bucks. Tinha altura de 102,0 cm e pesava 101,6 Kg. O Galgo Irlandês " Broadbridge Michael " , propriedade da Srª. Mary Beynon, de Sutton-at-Home, Kent, media 100,3 cm com a idade de 2 anos.

Os mais pequenos
As raças mais pequenas de cães, são as dos Terrier Yorkshire, dos Chihuahua e dos Caniches anões ; sabe-se que algumas versões miniaturas destas raças têm pesado menos de 453 g em adultos. Em Abril de 1971 foi registado com segurança, um peso de 283 g para uma Terrier de Yorkshire, adulta , chamada, " Sylvia " ( altura de 89 mm até às espaldas ), propriedade da Srª. Connie Hutchins, de Walthamstow, Greater London.

A maior ninhada
A maior ninhada de cachorros de que há registo é de 23, nascidos em 19 de Junho de 1944, da cadela Foxhound " Lena ", propriedade do comandante W.N. Ely, de Ambler,Pensylvânia, EUA. Em 6/7 de Fevereiro de 1975, a " Careless Ann " uma São Bernardo, pertencente a Robert e Alice Rodden, de Lebannon, Missuri, EUA, também teve uma ninhada de 23 cachorros, 14 dos quais sobreviveram.

O mais prolífero
O maior reprodutor de todos os tempos foi um Galgo campeão " Low Pressure ", alcunhado " Timmy ", nascido em Setembro de 1957, pertencente à Srª. Bruna Amhurst, de Regent´s Park, Londres. Desde Dezembro de 1961, até à sua morte, em 27 de Setembro de 1969, foi pai de 2414 cachorros registados, além de pelo menos 600 mais, não registados.

O mais valiaoso
Em Junho de 1972, a Srª. Judith Thurlow, de Great Ashfield, Suffolk, recusou uma oferta de 14.000 libras pelo seu Galgo de corrida " Super Rory " ( nasc. Outubro 1970 ). Os cães de exposição também têm obtido preços extremamente elevados, e em Julho de 1976, a Srª. Eiselle Banks, de Rayleigh, Essex, recusou uma oferta americana de 10.000 libras pelo seu Lowchen " Cluneen Adam Adamant " ( nasc. Agosto 1969 ).

Farejador
O maior feito registado em relação ao faro de um cão, pertence a um Dobermann Pinsher, chamado " Sauer ", treinado pelo Sargento Detective Herbert Kruger. Em 1925 farejou um ladrão de gado a 160 Km, através do Great Karroo, ( uma área planáltica de grande aridez ) na África do Sul.

Cães polícias
O melhor cão polícia do mundo é o " Trep " da Força Anti Crime do Dade County, Florida EUA, que já detectou estupefacientes no valor de 63 milhões de dólares. Ao fazer uma demonstração, numa escola onde haviam sido escondidos 10 pacotes, de estupefacientes , " Trep " descobriu 11

Breves
  • Dar chocolates aos cães pode ser fatal para eles. Um ingrediente do chocolate, a teobromina, estimula o sistema nervoso central e o músculo cardíaco. Cerca de 1 kg de chocolate de leite, ou apenas 146 gramas de chocolate de culinária serviam para matar um cão de 22 kg.
  • O olfacto dos cães é dos melhores da natureza. Se desdobrasse-mos e estendesse-mos as membranas que se situam no nariz dos cães, elas seriam maiores do que o próprio cão.
  • Se um cão tiver a cauda erguida, é um sinal de dominância. Significa que é o líder da matilha.
  • Os cães têm cerca de 100 expressões faciais, a maior parte delas é feita com as orelhas. Os Bulldogs e Pitbulls apenas têm 10. Por essa razão, eles são muitas vezes mal compreendidos pelos outros cães e entram em lutas muito frequentemente.
  • Os cães suam através das patas e do focinho.
  • Geralmente, a boca de um cão tem menos bactérias e germes do que a boca de um humano.
  • Os gatos têm cerca de 100 sons vocais, enquanto que os cães apenas têm 10.
  • Cinofobia - medo dos cães e da raiva.
  • Quando os cães têm dores de estômago, comem relva para vomitar.
  • Os cães são mais susceptíveis de atacar um estranho que vai a correr do que um que esteja parado.