Pele e Pelagem
20 February 2013 · by Administrador do Website
A pele e a pelagem do cão servem de barreira física, evitando que químicos nocivos e micróbios entrem no corpo. A pele é um órgão sensorial que controla a temperatura do corpo - o levantar ou baixar do pêlo aumenta ou diminui a perda de calor. As glândulas da pele segregam e excr

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A pele e a pelagem do cão servem de barreira física, evitando que químicos nocivos e micróbios entrem no corpo. A pele é um órgão sensorial que controla a temperatura do corpo - o levantar ou baixar do pêlo aumenta ou diminui a perda de calor. As glândulas da pele segregam e excretam substâncias que dão brilho à pelagem e alimentam a pele. As células individuais da pele vigiam potenciais perigos para o corpo do cão e influenciam a resposta imunitária quando há ferimentos.
A estrutura da pele
A pele é constituída por duas camadas principais. A superfície (epiderme) é fina e pouco resistente, mas mantém a sua função protectora e integridade fornecendo continuamente novas células.
Por baixo da epiderme, a derme, resistente e elástica, assegura resistência, além de abastecimento sanguíneo e nervoso, à epiderme. Na derme há diversas glândulas, como as glândulas sebáceas tubulares: estas segregam uma substância impermeável chamada sebo ao nível dos folículos pilosos que protege, alimenta e lubrifica a epiderme.
Crescimento do pêlo
O pêlo do cão cresce por ciclos. Há um período activo de crescimento (anagénese), seguido de um período transitório (telogénese) e depois de um período de descanso (catagénese). Um pêlo cai sempre que há outro pronto a substituí-lo. O ciclo de crescimento é controlado por diversos factores, incluindo temperatura, horas diárias de luz, hormonas corporais, nutrição, stress e influências genéticas.

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